segunda-feira, 22 de abril de 2013
declaración
el fenómeno del rocío
en cada gota que aparece antes del amanecer
es innumerable
como los poros en el calor se asombran
y en fracciones de cuerpo
en el abrazo
en el contacto más impensado
cuántas fracciones de cuerpo
se hacen presentes
domingo, 14 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
verdade, ilusão, vida
“O ser entregue a si mesmo, sem nenhum preconceito de elegância, é um monstro; só encontra em si zonas obscuras, onde rondam, iminentes, o terror e a negação. Saber, com toda sua vitalidade, que se morre e não poder ocultá-lo, é um ato de barbárie. Toda filosofia sincera renega os títulos da civilização, cuja função consiste em velar nossos segredos e disfarçá-los com efeitos rebuscados. Assim, a frivolidade é o antídoto mais eficaz contra o mal de ser o que se é: graças a ela iludimos o mundo e dissimulamos a inconveniência de nossas profundidades. Sem seus artifícios, como não envergonhar-se por ter uma alma? Nossas solidões à flor da pele, que inferno para os outros! Mas é sempre para eles, e às vezes para nós mesmos, que inventamos nossas aparências…”
“É preciso continuar, eu não posso continuar, é preciso continuar, é preciso pronunciar palavras enquanto as há, é preciso dizê-las até que elas me encontrem, até que me digam - estranho castigo, estranha falta, é preciso continuar, talvez já tenha acontecido, talvez já me tenham dito, talvez me tenham levado ao limiar da minha história, diante da porta que se abre sobre minha história, eu me surpreenderia se ela se abrisse.”
“(...) em todo o filosofar, até o momento, a questão não foi absolutamente a “verdade”, mas algo diferente, como saúde, futuro, poder, crescimento, vida...”
sexta-feira, 5 de abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
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